quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Três lições para aplicar no novo ano



1. Não dar tanto de mim: "dás só metade e não digas que tens mais para dar";

2. Não pensar tantos nos outros, pensar um pouquinho mais em mim;

3. No Amor e na Guerra vale tudo.

Pressentimento





Hoje acordei com esta música na cabeça... adiantada um dia!!!

Interpretei como um pressentimento.
Depois dos últimos dias, das "lavagens cerebrais" que levei, dos conselhos e "raspanetes" que ouvi, acordar com esta música na cabeça faz-me olhar de lado, morder o lábio e pensar "nothing changes".

Podemos fazer de conta que não sentimos... mas o bater de coração está lá, a secura de garganta permanece e as recordações continuam a "mexer"...

Eu consigo ver aquilo que não queres ver...
Reaviver a chama... de um lado só...

domingo, 27 de dezembro de 2009

Já a pensar em 2010



"Porque nesta sociedade onde todos os caminhos se tornaram demasiado fáceis e óbvios, quase perdemos a noção da conquista e do romantismo. Queremos e temos. Temos e estragamos. Recebemos e amachucamos. Amachucamos e deitamos fora. E depois voltamos a 'comprar' novo.

(...) Agora já vamos todos demasiado artilhados para um primeiro ou último encontro. Já não se ama sem colete à prova de bala. Mas os tiros certeiros no coração ainda se dão.
(...)Há muitas coisas que desejo para 2010. Uma delas (...) é que o Amor apanhe desprevenidos todos os chatos."
Cidália Dias

Ora bem...

My sunday...





Continuo a preferir "ao vivo"...

sábado, 26 de dezembro de 2009

Affectionate



"Show your affection in the warmth of your embrace and in the sincerity of your words, and you will know the true joy of loving."

Flourishing



"By nurturing yourself, others an the world, you release my spirit so all may thrive."

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal



Quais são as situações que nos fazem mudar de humor? Refiro-me àquelas simples situações aparentemente inofensivas, nada de tragédias.

Hoje, véspera de Natal, liguei a uma pessoa para lhe desejar Boas Festas. Uma pessoa que tenho em grande estima e consideração e que merecia mais do que a típica mensagem de telemóvel.

Do outro lado, barulho, confusão; percebi que tinha ligado numa ocasião menos apropriada. Mas...

Mas o que se espera? No mínimo que diga "posso ligar-te mais tarde, que neste momento não posso dar-te atenção?".

Pelo contrário, quando do outro lado se ouve "então, pronto, um bom natal para ti também, beijinhos", o que se sente? Sim, o que se sente quando somos atenciosos e carinhosos e acabamos despachados, escurraçados?

Eu sei o que sinto: olhos para o telemóvel, encolho os ombros e sinto o calor que motivou aquela chamada desaparecer e deixar-me fria e sem sal. Toda a alegria foge e penso "valerá a pena"?

E sim, vale a pena, porque logo de seguida recebe-se uma chamada de quem não se espera a dar-nos um bocadinho de calor, um bocadinho de moliço para voltarmos a acender a fogueira nesta noite luminosa e quente que ninguém consegue destruir.

Um Feliz Natal para todos*

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Oh baby just you shut your mouth...



Aleatoriamente, hoje ouvi esta música...
Impossível não imaginar aquela última cena na praia...

Hummmm...
Há sorrisos secretos indecifráveis... Do you remember?! You never forget...



domingo, 20 de dezembro de 2009

Ah pois é...



“A escrita é, nos dias bons, uma seta de longo alcance -ilumina (ou consola, ou desperta) almas desconhecidas. (...) Todos gostamos de receber cartas de amor - mas quando o amante hesita e acusa e pede espaço ao amado, não há palavras, por mais sublimes, que dêem asas a esse amor apeado. Nem ele as merece. É difícil encontrar a fera, no meio do safari turístico de alta rotação em que a selva se tornou. Mas vale a pena tentar..."

Inês Pedrosa, in Única 13 Dez 2008

A preto e branco...



É a música que melhor retrata os meus fins-de-semana passados nas profundezas das dolorosas enxaquecas.



quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Fidelidade vs Lealdade



"(...) O homem português confunde a fidelidade com a lealdade. É infiel à mulher mas considera-se (e orgulha-se de ser) leal. Porquê? Porque não a deixa. Porque é mãe dos filhos dele e isso nunca pode ser perdoado. Mas também porque quer ter, ao mesmo tempo, o máximo número possível de mulheres. Como o maior terror do homem português é ser encornado, ser infiel à primeira oportunidade é como tirar um seguro contra o cabronato. Os cornos não lhe doem menos mas pode sempre dizer aos amigos que foi ele que a enganou primeiro.

(...) Os homens existem em função dos outros homens. Só entre os outros homens é que passam por machões. Fingem e convencem-se de que a infidelidade é inevitável; é um destino. Se por acaso não forem infiéis, dão justificações épicas: "Eu amo-a tanto que não era capaz de lhe fazer isso." Ficam com o amor e ela com as culpas todas, já que, biologicamente e sem culpa nenhuma dele, vontade não lhe faltava.

As mulheres portuguesas apreciam a infidelidade com proporções mais humanas, como segredo, prazer, aventura, vingança, satisfação de uma curiosidade, loucura momentânea, variação. Mas não fingem admirar a infidelidade nem se gabam de a distinguir da lealdade. Não as distinguem.

(...) É perfeitamente plausível um argumento deste cariz, apresentado por um homem português: "Sim, fui para a cama com outras gajas, porque estava na merda, e fui desleal contigo quando te disse que era do Sporting, para poder ir com a Dora a Alvalade, em vez de ir ver o Benfica contigo - mas nunca te traí, como tu agora me traíste telefonando a esse gajo que trabalha comigo, foda-se; nunca te traí: nunca deixei que nenhuma dessas gajas duvidasse do amor que tenho por ti ou lhes dei esperanças de alguma delas poder vir a substituir-te!"

(...) Leais somos, quando não podemos deixar de ser. Leais somos, quando nem pomos a hipótese (nem dispomos dos meios, nem temos a menor vontade) de não ser. Só fazemos merda quando nos é dada a possibilidade de escolher. E esconder e não sermos apanhados. Isto é, quando há amor. Quando ainda se está à procura dele, ou de esquecer o que se encontrou e, pouco depois, desapareceu. Que mal tem ser-se infiel quando se é infeliz? Nenhum. Até faz bem."

Miguel Esteves Cardoso, in "Nós fiéis", edição n.º 117 do i

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Insight



"By trusting the wisdom revealed in flashes of insight and moments of intuition, my spirit will guide and light your way."

Carta ao Pai Natal (3)



Como alguns de vós já sabem, estou a fazer colecção de Kimmidolls mini. Por isso, para o caso de quererem oferecer alguma coisa e não saberem o quê....

Estas Kimidolls eu já tenho: Sai, Yoshi, Emi, Sachi, Satori, Miki, Yuko

www.kimmidoll.com









Resposta ao Paulo Dias



Olá, Paulo!

Quando li o seu comentário, lembrei-me imediatamente desta música :-)
Penso que responde com humor à sua questão...


Yazz "The only way is up"

domingo, 6 de dezembro de 2009

Carta ao Pai Natal (2)





Pensamento do fim-de-semana



"O sucesso está quase totalmente dependente do dinamismo e persistência. A energia extra necessária para fazer mais um esforço ou tentar outra via é o segredo dos vencedores."
Denis Waitley

sábado, 5 de dezembro de 2009

"Uma crónica sobre o amor"



"O amor, é preciso vivê-lo com o tédio e tudo." Marguerite Duras

"Temos cada vez mais medo do tédio. Porque não ousamos ter imaginação para o superar. Nem concentração para nos entregarmos. Dizemos que não temos tempo - o que é um paradoxo, porque nunca como hoje tivemos tanto tempo, e nunca como hoje dispusemos de tanta liberdade para escolher o que fazer com o nosso tempo.

Não é de serem felizes que as pessoas têm medo; é de escolher - da responsabilidade da escolha, do compromisso que ela acarreta. Aprendemos que o amor não se escolhe, o que só em parte é verdade. Como demonstrou D. H. Lawrence em O Amante de Lady Chatterley - um romance que vale por dez tratados de sexologia, os especialistas que me desculpem -, escolhemos com o cheiro, escolhemos com a pele, escolhemos com o olhar, escolhemos com o sangue. O problema é que deixámos de usar o olfacto, o tacto e a visão, deixámos de escutar o batimento do sangue, e decidimos escolher-nos uns aos outros através de 'afinidades', isto é, através de combinatórias de personalidade. Assim baralhamos o amor e a amizade, e, muitas vezes, acabamos por perder uma e outra coisa. Além disso, vivemos num palco de expectativas extraordinárias: se não acontece um fogo-de-artifício é pico da primeira vez que fazemos amor com alguém, é porque, afinal, nos enganámos.

Pensamos demasiado, fazemos demasiados cálculos - e sonhamos cada vez menos, entregamo-nos cada vez menos. De que falamos quando falamos de entrega? Cépticos e desconfiados à partida, ancorados no rol das decepções passadas ou do falhanço futuro, que temos de genuíno e único para entregar? De tão pouco arriscarmos, arriscamo-nos a descobrir demasiado tarde que a 'fera' que nos mudaria a vida passou por nós, desejou-nos, amou-nos - e morreu sem que tivéssemos dado por isso.

Desgastamo-nos a jogar às vítimas e aos verdugos, a fazer listas de culpas e vinganças, umas e outras pífias, frágeis balões para egos ufanos, mal talhados, embrutecidos por essa contrafacção do amor-próprio que é a vaidade. Chamamos amor ao pavor da solidão, aos sonhos que não fomos capazes de cumprir, à necessidade de afirmação, a toda a tralha com que disfarçamos a pergunta essencial: quem sou eu?"

Inês Pedrosa, in Única 13 Dez 2008

Se fosse assim tão simples...





quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Carta ao Pai Natal (1)





"Os portugueses têm pelas palavras um amor platónico..."



"O que gasta as palavras não é o excesso de uso, mas a falta de correspondência.
O que é o amor, quando não é acto de dádiva? Sem gestos, trabalho, coragem, as palavras secam.
O amor dos portugueses pelas palavras é demasiado platónico. Habituámo-nos à beleza das palavras nos livros, uma beleza de folhas secas, outonal, consolação desconsolada do que podia ser mas nunca foi.
Vivemos de sonhos e queixumes, alucinados pelo que nos falta e faltando à realidade que os sonhos nos pedem. Adiamos. Adiamo-nos.
Dizemos que matamos o tempo e deixamos que o tempo nos mate. Um dia destes, pensamos, vou dizer tudo o que não disse. Vou fazer tudo o que não fiz. Pensamo-lo com raiva e desespero e vontade e paixão, solitários por entre as gentes. Depois respiramos fundos e adiamos. Por medo ou brandura ou nem isso. Coisas mais pequenas: cagaço, moleza. (...)
E o amor não correspondido desmorona-se, apaga-se, desfaz-se em névoa e amargura."
Inês Pedrosa, in Revista Única, 14 Nov 2009

A criança que há em mim...





quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Amor porquê?



"sou um tipo que pensa pouco nas consequências e muito nos prazeres, na satisfação, no imediato. hífen. muito no dia a dia. no que comemos, no que vivemos, no que beijamos, no que queremos e no que não gostamos, simplesmente porque não. sou um tipo simplesmente feliz com o que a vida tem para me dar, ainda com força para lutar para o que a vida não me quer dar. hífen. simplesmente porque não.

sou um tipo que ama, com a força de um amor que já não existe. hífen. porque existem carreiras, porque existem famílias, porque existem merdas. hífen. merdas outra vez.

sou um tipo que agora amo. hífen. sabem porquê?"

João Gomes de Almeida

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Reach out and touch faith...



Há uns anos, ensinaste-me
"It's only when I lose myself in someone else
Then I find myself"
Hoje digo-te
"See the stars they're shining bright
Everything's alright tonight..."



Miguel, obrigada, desculpa e Muitos Parabéns...

domingo, 8 de novembro de 2009

Tourada



Ontem à noite fui à minha 2.ª "manifestação" de rua... E os culpados foram estes senhores
:-)))))



Chorei a rir...

sábado, 7 de novembro de 2009

Trying hard to think pure...



Quarta-feira à noite foi brutal... 10 anos depois de ter sido d'arromba.
Começou assim:





Esta é a minha favorita

terça-feira, 3 de novembro de 2009

I'm glad because I did...



Para comemorar as minhas 100 mensagens, decidi colocar aqui uma história bastante conhecida e partilhada na internet.
Ao fim tempo, muita coisa foi escrita, pensada e vista, e o momento que estou a viver agora só pode ser representado e traduzido por esta história.



Love knows no limits and true friendships last a lifetime
Get back in touch with someone today

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Para ti, Luís...



Sabes, Luís, nunca te expliquei a importância que o presente que te ofereci tem para mim.

Eu acompanhei semanal e ansiosamente todos os episódios de "Equador". Não foi só aquele episódio que coloquei neste blog que fez sentido, foi toda a história do Luís Bernardo Valença que me interessou, que me fez pensar.
À medida que ia acompanhando, ia sendo acompanhada pelas músicas daquela banda sonora criada e imaginada pelo Rodrigo Leão. Acabei por ir assistir ao concerto onde ele tocou essas mesmas canções, ainda antes de serem colocadas à venda.

Foi uma noite daquelas. Penso que o meu peito experimentou várias sensações, desde o choro, ao aperto da garganta, ao riso, à satisfação, à felicidade.

Entrei do alto dos meus saltos-agulha, saí a levitar. Entrei esbaforida, sentei-me no primeiro lugar que encontrei, tirei o casaco, olho à minha volta para admirar a plateia esgotada e dou de caras com o António... Ao fim de tantos anos, no meio de tanta gente, os nossos olhares cruzaram-se... Desviei o olhar, pensei naquela coincidência durante cinco segundos e fui salva pelos músicos que começaram a posicionar-se no palco. E depois disto as músicas fizeram o resto... todo o resto.

Fiquei hipnotizada, fisicamente paralisada... à minha volta, ondas de uma energia nunca vivida a entrar em mim. (talvez consigas perceber melhor ao ler o post "Eu..." de Maio)

Saí de lá a apetecer-me dar-te um beijo: se me senti magoada com tudo o que aconteceu, também me senti abençoada por ter sido feliz contigo e por teres contribuído para tal.

Simbolismo???



Não sei bem qual foi o momento em que esta música passou a estar associada a ti, talvez desde o início. Pode parecer uma letra confusa, para mim não é… Acho que foi assim que te encontrei…

“I’ll be here when the ride stops…”

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A razão de existir



"As pessoas que têm pruridos com as palavras são as mesmas que nunca estarão próximas de si mesmas e do amor. A vergonha impede-as de serem felizes." Cidália Dias

É por isto que eu escrevo, bem ou mal, sobre o que sinto, o que penso, o que quero e o que sou.
É a forma mais verdadeira que tenho de conhecer-me e fazer uma auto-biografia para mim mesma.
Não tenho problema (vergonha ou pruridos) em usar as palavras...

Noutros tempos, chamar-se-ia Liberdade de Expressão. Hoje, chama-se Poder e Coragem.

Adriana

sábado, 24 de outubro de 2009

Abrigo da Montanha



Como é que se guardam as sensações? Como é que se memorizam os cheiros, os arrepios, as cores, os sons...?
Conseguimos guardar as imagens, mas dissociadas do respectivo sentimento. Consigo recordar: naquele lugar, naquele dia, aquela pessoa fez-me sorrir e fez-me feliz.
E tudo o resto? Será que não reparei? Ou será que a minha atenção estava focada noutro campo? E será que, quando estamos sozinhos, conseguimos sentir estas sensações com outro significado, com outra lente?

Todos nós gostamos dum quente pôr-do-Sol.
E das nortadas ao fim da tarde?
Expulsam-nos da praia, embaraçam-nos o cabelo, arrefecem-nos as orelhas, enrouquecem a garganta. E porque não gostar do efeito do vento "chato"? É efeito da Natureza. E demos graças por a sentirmos.

Adriana

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Absolute Lovers





Uma das minhas favoritas...

sábado, 10 de outubro de 2009

INTELIGÊNCIA outra vez...



"[Inteligência amorosa] significa, antes de mais, que o amor não basta e que a relação tem de ser pensada. Todos nós a possuímos; no entanto, exploramo-la de forma deficitária. Traduz-se em pensar antes de dizer, saber comunicar, saber aceitar a diferença, saber que é necessário investir, saber partilhar, saber ceder, saber confiar, saber quando não faz sentido continuar, saber partir... Gostar do outro e continuar a gostar, muito, de si, entre muitas outras coisas...

A inteligência emocional é a arte de bem gerir as emoções de forma a atingir os objectivos a que nos propomos. Também deve ser explorada no âmbito da relação, especialmente quando surgem conflitos e se vivenciam momentos de crise."

Margarida Vieitez

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

I've seen that face before...



Isto continua a acontecer na minha vida, continua a fazer sentido, continua a fazer-me sorrir, continua a fazer sentir especial.
Penso numa pessoa que já não vejo há meio ano, sinto "pintinhas" de saudade no coração e passado 5 segundos aparece à minha frente, no local mais improvável.
Há pouco mais de um ano, li a Profecia Celestina e, definitivamente, percebi que sou uma sortuda por conseguir "apanhar", significar e valorizar estes momentos de "acaso", "coincidências" que são tão frequentes na minha vida e que tantas alegrias me têm dado.
E mais: ainda bem que as "coisas não aconteceram como eu pensava que queria.

Adriana

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Foi há um ano atrás...



Já foi há um ano...

Estava com 40ºC de febre, chegaram a pensar que estava a delirar, mas não... Eram mesmo boas notícias, daquelas que nos fazem berrar "YES"...

A minha vida mudou... para melhor, claro... basta mudar, para mim já é suficiente para eu achar que é para melhor... "Muda que Deus ajuda", como sempre me lembra o meu pai...

E hoje?
Hoje volto a receber mais boas notícias, diferentes. Insuficientes para mudar de vida, porém com o potencial para evoluir noutros campos mais exigentes. É a oportunidade... a tal! Vou agarrar com todos os meus tentáculos e esforçar-me para subir, um bocadinho mais.

Obrigada à equipa!
Adriana

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Gostei...



"O entusiasmo pode ser fatal. O deslumbramento, a falta de fibra, os presentes envenenados, os egos em disputa, são diversos os sintomas para desbaratar um trabalho feito com seriedade e rigor. Pede-se autenticidade e não máscaras. Trabalho e não preguiça. Organização e não desleixo. Focagem e não dispersão. Coragem e não receio. Vontade e não fretes. Soluções e não adiamentos. Conquistas e não temores face ao vizinho. Uma actuação adulta que ponha de lado as inúmeras infantilidades do passado. Não vejo outra forma de estar na vida."
Bernardo Pires de Lima

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Twitter NOW...



Caros amigos,

quero anunciar que, a partir de hoje, irei deixar, diariamente, uma mensagem no Twitter.

Essa mensagem é uma frase (ou texto) de autor (não minha) que eu entenda ser especial.

Estou a criar um cantinho "caloroso" para todos nós, para que possamos ler o que os outros escreveram e para pensarmos se realmente eles têm razão ou não.

Um beijo doce para todos,
Adriana

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Em breve, novidades no meu Twitter....



Nos meus escassos 27 anos, já tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas que me marcaram pela positiva e, com ou sem intenção, perdi-lhes o rasto.

Sou muito saudosista e, às vezes, dou por mim a engendrar esquemas para as voltar a encontrar.
Mas depois lembro-me que vai continuar a ser assim o resto da vida. Perdemos e descobrimos pessoas constantemente...

Se, neste momento, tenho a oportunidade de escolher perder ou manter "contacto", eu prefiro manter, mesmo que esse "contacto" seja agora noutros moldes.

Moldes diferentes, com a possibilidade de criar momentos valiosos.

Adriana

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Adepta N.º 1: Massagem Ayurvédica



Fui fazer mais uma massagem... desta vez, uma bem diferente. AMEI...

Fui fazer uma massagem ayurvédica. Avisaram que era um pouco dolorosa. Medricas, achei eu..

Bem, ao fim de 10 minutos, comecei a achar que mal tentasse levantar-me, ia perder peças...
Ao fim de 25 minutos, comecei a achar que já tinha algum osso partido ou, pelo menos, fora do sítio...
Ao fim de 40 minutos, comecei a imaginar-me às manchas negras...
Ao fim dos 60 minutos, era um peso morto em cima das poucas toalhas que me separavam do chão!!! K.O.

Já levei muita tareia no Kick-Boxing, mas ontem fui literalmente ESPREMIDA, PISADA, PRENSADA (ainda para mais, por uma mulher) e tudo o resto que ainda não consigo adjectivar.

E hoje? Estou simplesmente fantástica...
Adriana

"A Massagem Ayurvédica, uma das mais tradicionais terapias da Índia, e também a mais completa. Auxilia no processo de desintoxicação do corpo, pois “empurra” as toxinas do corpo para os sistemas de eliminação, além de estimular o sistema imunológico.
A Massagem Ayurvédica consiste numa técnica de massagem profunda que alia movimentos vigorosos em toda a massa muscular conjuntamente com manobras de tracção e alongamento, além da estimulação de pontos e orgãos vitais (energizando-os se estiverem bloqueados e controlando-os se estiverem hiperativos).
São usados determinados óleos naturais especiais, aquecidos e escolhidos de acordo as características psico-físicas de cada pessoa, conforme o respectivo dosha (Vata, Pitta ou Kapha).
A Massagem Ayurvédica é recomendada como terapia complementar a outros tratamentos e principalmente para relaxamento e manutenção da saúde, sendo muito benéfica como terapia auxiliar na recuperação de problemas físicos, doenças e e desordens psíquicas." Laura Pires

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Eu amo isto...



Mochila às costas, sapatilhas nos pés, máquina fotográfica na mão, and let's go girl...
Calcorrear caminhos e terras desconhecidas. Seja pelos trilhos das montanhas, seja pelas travessas citadinas...
Adriana

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Go with a smile...



"Everybody always told me that good things come to those who wait."
Prince

domingo, 13 de setembro de 2009

27.º Aniversário


Quando tinha 15 anos, achava que os 16 anos, os 23 e os 27 é que deviam ser anos loucos. Não sei muito bem porque achava isso, só sei que vou fazer por isso.

Obrigada a todos os que se lembraram de mim (ou não esqueceram). E bem-vindos todos os que serão importantes neste próximo ano.

Adriana

Why did my heart feel so bad, if we are all made of stars?!


Sinto-me bem.
No meio de um concerto, o vento com o mar a soltar-me os cabelos, as músicas que gosto a encherem-me os ouvidos, no telemóvel os amigos que nunca se esquecem e querem ser os primeiros...

Estou em paz, estou bem, estou feliz...

As adversidades a única coisa que conseguiram foi pôr-me umas horas triste e desanimada. As pessoas existem na minha vida e as estranhas são as que muitas vezes fazem milagres.

Os primeiros dias de Setembro costumam trazer-me muitas surpresas e este ano trouxe o meu reconhecimento por parte de mim própria.

Existo, choro, rio, atravesso a ponte com a cabeça fora da janela do carro... Sou eu.
Adriana


terça-feira, 8 de setembro de 2009

INVEJA vs COMPARAÇÃO



A percepção da vida que vivemos (atenção que vou generalizar) é influenciada na sua quase totalidade pela comparação… com a vida dos outros.

Quando temos um carro melhor do que o do vizinho, quando viajamos para um destino mais longínquo, quando somos mais elegantes e mais bonitos, quando os nossos filhos tiveram melhores notas, sentimo-nos tranquilos, sorridentes, orgulhosos, o nosso ego está de boa saúde e a palavra “inveja” torna-se o pior dos pecados e o mais incompreensível dos comportamentos.

No entanto, quando vemos os outros a passar-nos à frente e conseguirem aquilo que sabemos que poderíamos também conseguir (às vezes com mais dificuldade e mais lentamente), sem darmos conta, estamos a ser invadidos por esse pecado capital chamado INVEJA. E associado a este “eu também quero”, vem de imediato o “espero que falhe”. Inconscientemente, sem fazermos estes votos em voz alta e sem participarmos para a queda dos outros, estamos com estes pensamentos na nossa mente, a ocupar o lugar dos pensamentos realmente importantes: aqueles que nos dão motivação para chegarmos até lá.

Na minha percepção, não somos sempre todos invejosos… somos só às vezes. E tantas mais vezes quantas aquelas vezes que nos pomos a balançar a vida dos outros com a nossa.
Por isso, o pecado capital não deveria chamar-se “inveja”: deveria antes chamar-se “comparação”, porque o mal está na comparação e a inveja é a consequência desse acto comparativo.
Essa consequência “inveja” traz intranquilidade, frustração, nervosismo, aborrecimento com a vida “injusta” que temos.
Estamos mais focados para os resultados do que para o caminho a percorrer para atingir esses resultados. Deixamos de perceber que é preciso lutar, trabalhar, esforçar, passamos a achar que somos os coitadinhos, enquanto os outros são os sortudos.

Como acabar com a COMPARAÇÃO?
Talvez o 1.º passo seja saber encarar a derrota quando ela aparece e percepcioná-la como uma nova oportunidade para fazer de novo e melhor.
Talvez o 2.º passo seja perceber como é que a outra pessoa conseguiu chegar até ali…
Porém o 3.º passo não é imitar; é antes seleccionar para um lado as características que possuímos em comum e valorizá-las (e valorizarmo-nos) e, para outro lado, as características opostas, que o mais conveniente é mesmo deixar de lado.
Penso que é possível chegar a um ponto chamado “Motivação” e que, imediatamente consequente a este ponto, temos
- Força,
- Energia,
- Trabalho,
- Esforço,
- Luta,
- Tempo,
- Sorriso,
No fim, a frase tão badalada: "YES, WE CAN".

Adriana

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Just the way it is


Ainda não enfatizei, neste blog, a importância que dou às coincidências".

Há quem perca o avião por um minuto e esse avião tenha um acidente; perca o comboio e depois conhece o amor da sua vida no comboio seguinte...
Ou coisas mais simples: passarmos na rua e vermos aquele velho colega da escola, ligarmos o rádio e começar a música que queríamos ouvir...

Hoje encontrei uma colega à entrada da faculdade. Aqueles 5 minutos foram preciosos.
Foram as palavras que há muito precisava de ouvir, foi o exemplo de que precisava.
Fiquei com a motivação um pouco mais elevada (que nos últimos dias andava a precisar de RedBull), foi o café matinal que me despertou para mais um dia de intenso estudo.
Adriana

domingo, 30 de agosto de 2009

"A Rosa", Carlin

"Duplo Amor", de James Gray



Um filme com Joachin Phoenix, Vinessa Shaw e Gwyneth Paltrow. Muito bom.

Um triângulo amoroso, diferente das historinhas habituais.
É um filme, uma história tão simples, tão possível, tão real, tão "é mesmo isto". Amor da paixão, Amor do carinho, Amor da protecção, Amor do apoio, Amor do casamento, Amor da confiança, Amor do fascínio, Amor da fidelidade/infidelidade, Amor dos sonhos, Amor da aventura, Amor da estabilidade,... É possível encontrar tudo isto no mesmo Amor? Esta história mostra que se ama de forma diferente, com finalidades diferentes; o mais difícil é perceber o que se quer.

Bipolares, neuróricos e negócios à parte, vejo aquelas cenas a acontecer na vida de todos nós. Não a história completa, mas os sentimentos, a vivência, as pessoas, o brilho fascinante contra a lã confortável...

Durante a projecção, disse para mim mesma, muitas vezes: "onde é que eu já vi isto?"
Adriana

P.S.: Adoro realizadores assim, que mostram as caras e não os corpos, mostram as expressões faciais... e actores assim!

domingo, 23 de agosto de 2009

“Não há pessoas mais inteligentes”

Partes de uma reportagem:

• A inteligência é “um conjunto complexo de habilidades mentais diferenciadas que permitem o saber pensar, fazer escolhas, decidir e agir com êxito nos desafios da vida.” Nelson S. Lima (NSL), neuropsicólogo, director do Instituto da Inteligência em Portugal;

• Ser inteligente é ter a capacidade de “enfrentar e resolver as exigências e os problemas decorrentes da nossa interacção com os outros.” NSL

• “É a interacção do indivíduo com o meio, de onde recebe uma enorme carga de estímulos, que vai decidir sobre a expansão e a funcionalidade dos recursos mentais que intervêm no exercício da inteligência.” NSL

• Uma inteligência tem várias facetas ou, então, várias inteligências, diferentes peças nesse puzzle complexo que é a capacidade de resolução de problemas. A alquimia perfeita não inclui apenas a Razão, a informação, o conhecimento ou a lucidez. “É preciso também a Emoção, repleta de sentimentos, circunstâncias e contextos.” Mário Cordeiro (MC), pediatra;

• Por isso, “não há pessoas mais inteligentes do que outras”. Há sim pessoas que, por razões individuais, familiares, sociais ou de privilégios, tiveram a hipótese de desenvolver as várias facetas da sua inteligência.

• “O que interessa é que todos temos talentos, capacidades, mais-valias, e que não é o QI que as mede, mas a assertividade, a resiliência, a força do querer, a vontade do aperfeiçoamento, a humildade de saber que não se sabe tudo mas que se pode saber um pouco mais, abrindo a porta também a mais ignorância que estimulará novas abordagens e pesquisas.” MC

sábado, 22 de agosto de 2009

Era mesmo isto que eu queria dizer…



“A pessoa tem em primeiro lugar que ser, ter uma determinada consciência. Se a tiver e se tentar realizar-se por ela própria, as coisas assumem outra dimensão. A questão do divórcio pode colocar-se com mais intensidade quando o casamento é o único objectivo que a mulher tem na vida: aí, quando há uma situação de termo, é um ruir de toda uma vida. As pessoas hoje não devem encarar as coisas assim. Antes de serem “mulher de” ou “marido de”, são elas próprias e têm elas próprias de ter uma dimensão de vida.”

Paula Teixeira da Cruz, in Única, 15 de Agosto de 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ainda sobre a duração das "coisas"...



Vou trocar as palavras da "Happy Woman" pelas minhas próprias palavras. Vou registar a minha perspectiva, o meu ponto de vista.

Ponto 1:
Qualquer relação que estabelecemos na nossa vida, seja um namoro, um casamento, um emprego, um hobby, uma amizade, um desporto, só deve durar o tempo que deve durar. Quando já não traz energia, alegria, felicidade, satisfação, realização, não devemos prolongar o que não nos completa. Devemos ir à procura do que nos faz levantar de manhã sem despertador e com uma vontade de construir, de fazer os outros reconhecer o nosso sorriso, de nos sentirmos imbatíveis.
Ao enganarmos a nós próprios estamos a enganar os outros e a criar complicações que vão desiludir os que mais gostamos.

Por isso, não considero que um casamento tenha de ser para a vida; deve antes ser para a felicidade.


Ponto 2:
No entanto, penso que o casamento deve ser encarado como se fosse para sempre; deve ser vivido e lutado com todas as armas, em honra da sua defesa.
Deve haver empenho para construir uma história bonita e devemos envolver-nos nela como sendo única e cuidar, estimar e respeitar aquela pessoa que foi a escolhida.
Como poderíamos começar uma relação já com a ideia de que ela vai acabar? Quando se inicia algo, temos de ser exigentes connosco próprios, criar objectivos e fazer durar o nosso investimento.

Adriana

P.S.: A grande questão do ponto 1 é saber "qual a duração desse tempo"!!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Joy



"By embracing spirit and approaching everything in life with passion and enthusiasm, you can make even the simple and ordinary, memorable and enjoyable."

Resposta ao Octávio

Caro Octávio,

Vê-se bem que não me conheces!!!
Há coisas que não aceito, não pondero, não penso duas vezes, não vacilo.

A Happy Woman deste mês traz um artigo sobre os signos do zodíaco e a respectiva personalidade associada. Para saberes como eu funciono, transcrevo uma parte do texto que caracteriza as Virgens (grupo no qual me incluo):
“Alimenta poucas ilusões relativamente às pessoas. O seu amor é verdadeiro, mas se reconhecer que vive um casamento pouco perfeito não hesitará em cortar os laços. Consegue ser extremamente prática e romântica.”

Sou capaz de fazer TUDO para conquistar, reconquistar, seduzir a pessoa que amo; porém, há limites e o meu chama-se motivação; quando não vejo os meus esforços reconhecidos ou quando mostram-se infrutíferos, mais vale aplicar o meu tempo e energia noutro presente, que poderá revelar-se um óptimo futuro.

Como diz a personagem da Scarlet Johansson no filme do Woody Allen, “não vou assentar enquanto não encontrar o que quero”.


Relativamente ao “ponto 2”, a Happy Woman aconselha a dedicar-me mais aos Touros, Virgens, Capricórnios e Peixes.
Talvez os Touros…

Adriana

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Correndo lado a lado...




O vídeo dos Xutos não estava muito perceptível...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A Vida Sexual dos outros...



A propósito duma crónica “O Sexo e a Cidália” da Cidália Dias, escrevi um comentário que foi publicado na Notícias Sábado (NS) do dia 7 de Março de 2009. E dizia assim:
“Na crónica ‘Um País a fingir’ revelaste alguns possíveis ‘exemplos’ da vida sexual portuguesa. No entanto, penso que esqueceste uma situação mais frequente do que eu imaginava (ou acreditava): refiro-me aos casais (namorados, casados ou em união) que não têm vida sexual. Ou é por causa do trabalho, ou dos filhos, ou dos horários desfasados, ou do cansaço, ou da monotonia, ou da Playstation… Têm sexo uma vez de 15 em 15 dias para cumprir calendário. São casais modernos, com boas profissões e felizes (???). São tipo os Pais-Natal de chocolate: muito perfeitos por fora, mas ocos por dentro.”


Pelos vistos, não ando muito longe da verdade. Ontem li um artigo da revista Única (25 de Julho de 2009), do qual transcrevo alguns excertos:
“Sara e Jorge são um casal perfeitamente normal. Casados, dois filhos, carreiras de sucesso, boa casa, saudáveis, bonitos – uma vida feliz. Mas este casal, como tantos outros, tem afinal na intimidade um pormenor que os distingue. ‘ Não fazemos amor há mais de seis meses.’ (…) Na verdade, há vários anos que Sara e Jorge se entendem em todos os aspectos menos na cama. ‘Repare, nós damo-nos bem, gostamos um do outro, não estamos zangados ou à beira do divórcio.’ A que se deve esta situação que se arrasta há tanto tempo? Sara dá as respostas convencionais: o trabalho, os filhos, a falta de tempo, o cansaço apagam o desejo. (...) As coisas deterioram-se de tal forma que, nos últimos tempos, só têm relações duas ou três vezes por ano. (…) Nalguns casos, os casais vão mantendo os casamentos por causa dos filhos, dos interesses económicos ou das aparências e procuram no exterior outros parceiros para a actividade sexual.”


Nunca se deve dizer nunca, mas eu afirmo em maiúsculas: NÃO VOU DEIXAR ISTO ACONTECER NA MINHA VIDA.
Adriana


Nota: Psiquiatria começa a ser uma opção... com doutoramento em Sexologia!

Far above the clouds

domingo, 9 de agosto de 2009

Virgem

Ontem no JN:
"Vida amorosa em fase de mudanças traz momentos de reflexão e avaliação do que se passa no seu coração. Portas abertas para novos amores."


Hoje no JN:
"A sua energia continuará elevadíssima e o seu poder de conquista idem. Caso ainda esteja só, é possível que se cruze com pessoas interessantes."


É para estar atenta?!

sábado, 8 de agosto de 2009

Tensão no pescoço



Ontem ofereci-me mais uma massagem, mais um spa, mais uma "terapia".
O que era habitual?
Sair de lá sem conseguir coordenar os movimentos que me permitissem tomar banho, caminhar, chegar ao carro e conduzir: relaxamamento físico total. A cabeça, apesar de trabalhar a 200% durante a massagem (ela nunca desliga), costuma estar "numa boa", completamente nas tintas para o valor a pagar do parque de estacionamento (ladrões!)... Sempre a sensação de bem-estar, do zen, "no stress", do "tá-se bem"...


Ontem foi diferente. Saí de lá com um feeling diferente: a falta de qualquer coisa.
Pensei que poderia ser do stress acumulado das aulas, dos exames, do trabalho. Mas hoje acho que não. Falta algo, sinto-me incompleta... E lembrei-me de três "motivos" para este sentimento:
1) Nos últimos meses, desleixei as minhas próprias estratégias de relaxamento, de anti-stress, de bem-estar: deitar-me a ouvir música e a ler um bom livro, as auto-massagens aos pés, os passeios à beira-mar ou beira-rio, as idas ao cinema/teatro sozinha;
2) A falta duma pessoa a meu lado, com quem possa partilhar os meus momentos e ouvir os dela, um abraço, um carinho, um afago, um beijo;
3) A falta daquilo que há anos tenho vindo a exigir de mim própria e tenho esquecido: a evolução e desenvolvimento espiritual. Começo a sentir-me perdida... Preciso de agarrar-me a qualquer coisa. Toda a gente me diz para tentar a meditação, mas não me parece adequado à minha pessoa. Até o ioga me faz confusão. Preciso de algo menos comunitário.


Bem, o que eu sei é que hoje começo a investir nos pontos 1 e 3. Quanto ao 2, entrego a vontade aos céus...
;-)
Adriana


P.S.: Fiquei maravilhada (ou estupfacta, como disse Cavaco Silva) como o Hotel Infante Sagres... Milhares de vezes que passei naquela porta sem adivinhar o paraíso que está no interior.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Frases feitas II

“Aprenda a confiar em si mesmo e aprenderá o grande segredo da vida.”
Thomas Alva Edison

Frases feitas I

“Coragem é a resistência ao medo, domínio do medo, e não a ausência do medo.”
Mark Twain

terça-feira, 4 de agosto de 2009

quarta-feira, 22 de julho de 2009

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Earth & Life

Alegria,
Ambição,
Desafio,
Perigo,
Sobrevivência,
Risco,
Luta,
Família,
Carinho,
Respeito,
Força,
Amor...


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Smile

"You release the beauty of my smile by sharing your smile with others. Discover the power of my spirit to cheer, connect and comfort."

domingo, 5 de julho de 2009

Under the sun...

A todos os que vivem na escuridão...
A todos os que não querem ver...
A todos os que não encontram a luz...
A todos os que não sabem que a luz existe...
A todos os que ignoram a luz...
A todos os que se escondem...
A todos os que não se conhecem...
A todos os que fingem conhecer-se...
A todos os que fingem viver...


segunda-feira, 29 de junho de 2009

Re: In the end, I wanna thank you 'cause you make me much stronger...





“I am a fighter and
I ain’t going stop
There is no turning back
I’ve had enough”
Já diz o velho ditado popular: "O que não me mata, deixa-me mais forte." Muito mais...

domingo, 28 de junho de 2009

Sleepless heart...

"Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que andava a passear na praia com o Senhor, e, no firmamento, passavam cenas da minha vida. Após cada cena que passava, percebi que ficavam dois pares de pegadas na areia: um era o meu e o outro era do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras e perguntei então ao Senhor:
- Senhor, Tu disseste-me que, uma vez que resolvi seguir-Te, Tu andarias sempre comigo, em todos os caminhos. Contudo, notei que durante as maiores tribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque é que, nas horas em que mais necessitava de Ti, Tu me deixaste sozinha.
O Senhor respondeu-me:
- Minha querida filha, jamais te deixaria nas horas da prova e do sofrimento. Quando viste, na areia, apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exactamente aí que peguei em ti ao colo.”
Mary Stevenson


Sem ser religiosa, é, em simultâneo, uma mensagem espiritual e terrena...
Terrena? Sim, tantas pessoas levam-nos ao colo ou passeiam ao nosso lado sem darmos conta. Somos protegidos e acompanhados à distância e sem sabermos... Fazemos parte dos seus pensamentos e, assim, há uma oração silenciosa que abençoa o nosso caminho, há um sorriso de prece que segue o nosso olhar.
Marca a diferença...
Adriana

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Homenagem ao REI...




"Don't stop 'till you get enough..."

sábado, 13 de junho de 2009

O Teatro Anatómico




"A Lição de Anatomia", Anne-Catherine Becker-Echivard

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Recordação em forma de homenagem



Faz esta noite 7 anos, que passei uma das noites mais divertidas da minha vida...


Amigas, sangria, churrasco, ginginhas, festa, música, ruas...


Ao fim de 7 anos, o que continua a ser maravilhoso é a amizade que nos une e que nos faz divertir da mesma maneira, sempre que voltamos a estar juntas...


Esta é a homenagem às melhores colegas-amigas de turma que eu alguma vez tive... Éramos mesmo uma equipa...






sábado, 6 de junho de 2009

Hold on, I think there's something good on...



“You can have anything you want
You can drift, you can dream, even walk on water
Anything you want.
You can own everything you see,
Sell your soul for complete control
Is that really what you need?
You can lose yourself this night
See inside, there is nothing to hide
Turn and face the light”

Pink Floyd

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Wearing the inside out



“Didn't recognise I'd become
No more than alive I'd barely survive…
Won't hear a sound
From my mouth
I've spent too long
On the inside out.
My skin is cold
To the human touch
This bleeding heart's
Not beating much…

I murmured a vow of silence and now
I don't even hear when I think aloud.
Extinguished by light I turn on the night
Wear its darkness with an empty smile

I can see
Clear through the clouds that covered me
Just give it time, now we can hear ourselves again

I'm holding out
For the day
When all the clouds
Have blown away
I'm with you now
Can speak your name
Now we can hear
Ourselves again…”

(Pink Floyd, adapted)

Cair da escada...


Tive uma recaída...
Os óptimos feelings que esta a viver, os esforços que estava a fazer, os caminhos que estava a traçar, de repente, pareceram uma nulidade.
Não sei bem o que desencadeou esta fraqueza, com certeza é multifactorial: as lembranças ainda muito presentes, as saudades eternas, as certezas coladas a cuspo, o stress diário e até as hormonas a ajudar.
Resta-me agora acreditar que vou conseguir rapidamente erguer-me e usar cada degrau como sustentação do meu ser.
Adriana

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Delírios duma pequena pré-cientista

Pensar, sentir, querer, é tão confuso... Eu sei que nem sempre é fácil conversar nem decidir... A leve embriaguez passa a febre...

Obrigada a todos pelo maravilhoso ambiente de trabalho!

domingo, 31 de maio de 2009

La Fura dels Baus

Estávamos a deambular (ou a vagabundear) na estranheza do som, no mistério das luzes, no sufoco do calor...
Apocalipse Now, lembrei-me...
Entreolhavamo-nos na interrogação da curiosidade, na ansiedade do começo...
A adivinhação da brutalidade que nos ía mostrar que afinal somos pequenos seres dum mundo rotineiro...
A vontade de sermos grandes, poderosos, como eles...
Imperium...

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Picture of my own...



"Meu filho, os aventureiros realizam as suas conquistas e as demais pessoas aplaudem-nos. Sai sempre do lugar-comum."
"Precisava de ser ousado e criativo para percorrer os solos intangíveis da alma humana e caminhar no indecifrável território da emoção."
"Muitos dos que têm morada certa passam pela existência sem nunca percorrer as avenidas do seu próprio ser. São forasteiros para si mesmos. Por isso, são incapazes de corrigir as suas rotas e superar as suas loucuras."
Augusto Cury


segunda-feira, 18 de maio de 2009

A FORÇA necessária para o início de uma semana destas...

"O que é fácil é desinteressante, a dificuldade enriquece, o mistério também é feito no silêncio."

Muito bem, se eles querem dificultar-me a vida, eles que estejam à vontade...

Eu supero o desafio, eu piso o obstáculo, eu venço e subo um nível... com um sorriso maroto e ingénuo nos lábios...

domingo, 17 de maio de 2009

O início de uma NOVA semana...

Alimentar com sabedoria,
nutrir com simplicidade,
irrigar com liberdade...




"I'm a man with a one track mind
So much to do in one lifetime (people do you hear me)
Not a man for compromise and where's and why's and living lies
So I'm living it all, yes I'm living it all
And I'm giving it all, and I'm giving it all..."
Freddie Mercury

sábado, 16 de maio de 2009

O resumo da semana...


"... contagiar com a sua alegria transbordante, coragem para explorar o novo e pensar de forma diferente." Augusto Cury

You give me a taste, so I want more...



"We're never gonna survive, unless... we get a little crazy." Seal

domingo, 10 de maio de 2009

Louca, livre...

"Strawberries cherries and an angel's kiss in spring
My summer wine is really made from all these things" Nancy Sinatra

O calor que sinto no peito é prova de que o meu sorriso é, de novo, espontaneamente feliz.
O meu "olhar de lado" é misterioso e intimidante e a língua esquecida entre os dentes provocadora.
Voltei a sentir borboletas na barriga, voltei a saber como reagir perante as situações e emoções que voltei a despertar.
Voltei a cultivar a arte do prazer, a força da espontaneidade.

O fumo passou, as cordas quebraram-se...


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Eu...



Há uns tempos escrevi aqui: "A vida… com um arrepio na espinha, uma lágrima no canto do olho, um suspiro na garganta e as emoções à flor da pele... sensível" (27 de Abril); "Aproveitar os momentos em que sentimos o ego a tocar o algodão doce das nuvens para acumular energia. (…)Essa Energia e essa Força vão fazer-nos subir um nível na escala da Vida. Tornar-nos-á superiores, decididos" (15 Novembro); "Há momentos assim. Tenho tido muitos deles na minha vida. (…)São estes os momentos que me fazer chorar de paz..." (15 Fevereiro). E na passada sexta-feira voltei a chorar de paz: reuniram-se todas estas situações... em simultâneo.

De facto, há momentos que nos transformam, que nos dão uma lufada de ar fresco, novo, vivo, que nos purificam, que nos levantam a cabeça, que nos tornam independentes e imbatíveis, que criam uma barreira protectora impenetrável, que reforçam a nossa inteligência emocional e espiritual.

Sexta-feira à noite aconteceu isso... Apetecia-me beijar todas as pessoas que já me fizeram feliz, mesmo que depois tenham arrancado pedaços do meu coração... Naquele momento, só tinha valor o sorriso, a lágrima de tranquilidade e não as tristes lembranças... Naquela sexta-feira, decidi o que tinha a fazer... Sim, porque ainda não me sentia completa, verdadeiramente eu, ainda sentia qualquer coisa a puxar-me para trás no tempo, a impedir-me de morder o lábio como antes o fazia, de arrastar a língua pelos dentes e a manter aquele contante sorriso maroto que sempre me caracterizou... Hoje, segunda-feira, pus em prática essas resoluções.

Eu sou feliz... mas quero ser mais EU... Quero viver mais com os meus sentidos, sentimentos, emoções, reacções, loucuras, tudo aquilo que me faz sentir VIVA... Está na altura de voltar a redescobrir-me e, talvez, com um pouco de sorte, descobrir mais qualquer coisa que ainda não conhecia em mim: ser mais introspectiva, escrever mais, definir conscientemente o que me liga ou ligou às pessoas, às coisas ou às vivências.

A Adriana sorridente e feliz continua...
"o fogo a queimar o ar dentro de mim..."


segunda-feira, 27 de abril de 2009

A vida...


... com um arrepio na espinha, uma lágrima no canto do olho, um suspiro na garganta e as emoções à flor da pele... sensível.



sexta-feira, 17 de abril de 2009

Gathering up the fear...

"Las masas humanas más peligrosas son aquellas en cuyas venas ha sido inyectado el veneno del miedo.... del miedo al cambio."
Octavio Paz

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Talented



"By nurturing and using your gifts and abilities, you fulfil your destiny and give meaning and purpose to your life."

Good luck

Discover the blessings and opportunities in every circumstance, and you will find the key to prosperity.

sábado, 11 de abril de 2009

sábado, 4 de abril de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Uma grande verdade...

"A maturidade emocional é uma conquista, aprende-se a dar na mesma medida em que se recebe. (...) Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afectiva." Flávio Gikovate

sexta-feira, 27 de março de 2009

Puro Exorcismo





"Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez
O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que eu guardei pra ti

Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes,
Não me julgues, não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim

Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então

Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha, minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor

Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce um novo coração

Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Ninguém sabia, ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então

Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha, minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor

O que fazes por sonhar
É o mundo que virá pra ti e para mim
Vamos descobrir o mundo juntos
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu amor."

domingo, 22 de março de 2009

"Emoção. É isso que procuramos da vida. Aquele sentimento que nos arranca por alguns momentos da rotina racional, chata e densa do dia-a-dia, e dá um sentido renovado à nossa existência. Recuperar a aventura e descobrir que, afinal, vale a pena expormo-nos a tantas emoções, mesmo com o risco de sofrimento." Sofia Menezes, in Happy Woman

quinta-feira, 12 de março de 2009

God give me everything I want

"É terrível quando, depois de termos vivido algo assim, nos apercebemos de que o dia engole a noite e pouco restará daqueles momentos que não seja na nossa cabeça, na nossa memória."
Cidália Dias

quarta-feira, 4 de março de 2009

domingo, 1 de março de 2009

"Mudam-se os tempos,
Mudam-se as vontades,
Muda-se o ser,
Muda-se a confiança.
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades."
Luís de Camões

Muda que Deus ajuda... sou feliz por este ser o meu estilo de vida...

Serei fonte de inspiração de alguém?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A Saga dum Pensador

Não sofro pelo meu futuro, não vivo ansiosa por aquilo que ainda não aconteceu.
Sei que tenho incontáveis caminhos e que um há-de ser o meu.
Se é o melhor, nunca saberei. Só quero ser feliz. E essa felicidade não depende do caminho que me caberá em sorte, está dependente da forma como o encaro e enfrento. Não está dependente da decoração da sala, mas do modo como me entranho nessa decoração.
Adriana

domingo, 15 de fevereiro de 2009

You can't stay, no you can't stay...





Second Life

Há momentos assim. Tenho tido muitos deles na minha vida.
Especiais, únicos? Exclusivos? Espirituais? Celestiais? Místicos?
O que faz com que determinados filmes apareçam naquele momento? Determinado livro, notícia no jornal, história ouvida no autocarro...?
Porque é que ficamos com a sensação de que foi enviado de propósito?
Era aquele o momento, eram aquelas as palavras...
São estes os momentos que me fazem acreditar num Ser Superior...
São estes os momentos que me fazer chorar de paz...

Adriana

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Nobody's Wife





Time after time...





A Question of Time...

"Não há poder maior no mundo que o do tempo: tudo sujeita, tudo muda, tudo acaba."
Padre António Vieira

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

I don't know why, I don't know how

"O que será a necessidade espiritual senão o sentir que se é amado e que se é capaz de amar, dando tradução à vivência humana? Espírito será, pois, o amor e a capacidade de se estabelecerem relações significativas."
Miguel Ricou

domingo, 1 de fevereiro de 2009

I'm gonna survive, live and learn...





Obrigada por tudo, estás a ser fantástico...