domingo, 30 de agosto de 2009

"A Rosa", Carlin

"Duplo Amor", de James Gray



Um filme com Joachin Phoenix, Vinessa Shaw e Gwyneth Paltrow. Muito bom.

Um triângulo amoroso, diferente das historinhas habituais.
É um filme, uma história tão simples, tão possível, tão real, tão "é mesmo isto". Amor da paixão, Amor do carinho, Amor da protecção, Amor do apoio, Amor do casamento, Amor da confiança, Amor do fascínio, Amor da fidelidade/infidelidade, Amor dos sonhos, Amor da aventura, Amor da estabilidade,... É possível encontrar tudo isto no mesmo Amor? Esta história mostra que se ama de forma diferente, com finalidades diferentes; o mais difícil é perceber o que se quer.

Bipolares, neuróricos e negócios à parte, vejo aquelas cenas a acontecer na vida de todos nós. Não a história completa, mas os sentimentos, a vivência, as pessoas, o brilho fascinante contra a lã confortável...

Durante a projecção, disse para mim mesma, muitas vezes: "onde é que eu já vi isto?"
Adriana

P.S.: Adoro realizadores assim, que mostram as caras e não os corpos, mostram as expressões faciais... e actores assim!

domingo, 23 de agosto de 2009

“Não há pessoas mais inteligentes”

Partes de uma reportagem:

• A inteligência é “um conjunto complexo de habilidades mentais diferenciadas que permitem o saber pensar, fazer escolhas, decidir e agir com êxito nos desafios da vida.” Nelson S. Lima (NSL), neuropsicólogo, director do Instituto da Inteligência em Portugal;

• Ser inteligente é ter a capacidade de “enfrentar e resolver as exigências e os problemas decorrentes da nossa interacção com os outros.” NSL

• “É a interacção do indivíduo com o meio, de onde recebe uma enorme carga de estímulos, que vai decidir sobre a expansão e a funcionalidade dos recursos mentais que intervêm no exercício da inteligência.” NSL

• Uma inteligência tem várias facetas ou, então, várias inteligências, diferentes peças nesse puzzle complexo que é a capacidade de resolução de problemas. A alquimia perfeita não inclui apenas a Razão, a informação, o conhecimento ou a lucidez. “É preciso também a Emoção, repleta de sentimentos, circunstâncias e contextos.” Mário Cordeiro (MC), pediatra;

• Por isso, “não há pessoas mais inteligentes do que outras”. Há sim pessoas que, por razões individuais, familiares, sociais ou de privilégios, tiveram a hipótese de desenvolver as várias facetas da sua inteligência.

• “O que interessa é que todos temos talentos, capacidades, mais-valias, e que não é o QI que as mede, mas a assertividade, a resiliência, a força do querer, a vontade do aperfeiçoamento, a humildade de saber que não se sabe tudo mas que se pode saber um pouco mais, abrindo a porta também a mais ignorância que estimulará novas abordagens e pesquisas.” MC

sábado, 22 de agosto de 2009

Era mesmo isto que eu queria dizer…



“A pessoa tem em primeiro lugar que ser, ter uma determinada consciência. Se a tiver e se tentar realizar-se por ela própria, as coisas assumem outra dimensão. A questão do divórcio pode colocar-se com mais intensidade quando o casamento é o único objectivo que a mulher tem na vida: aí, quando há uma situação de termo, é um ruir de toda uma vida. As pessoas hoje não devem encarar as coisas assim. Antes de serem “mulher de” ou “marido de”, são elas próprias e têm elas próprias de ter uma dimensão de vida.”

Paula Teixeira da Cruz, in Única, 15 de Agosto de 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ainda sobre a duração das "coisas"...



Vou trocar as palavras da "Happy Woman" pelas minhas próprias palavras. Vou registar a minha perspectiva, o meu ponto de vista.

Ponto 1:
Qualquer relação que estabelecemos na nossa vida, seja um namoro, um casamento, um emprego, um hobby, uma amizade, um desporto, só deve durar o tempo que deve durar. Quando já não traz energia, alegria, felicidade, satisfação, realização, não devemos prolongar o que não nos completa. Devemos ir à procura do que nos faz levantar de manhã sem despertador e com uma vontade de construir, de fazer os outros reconhecer o nosso sorriso, de nos sentirmos imbatíveis.
Ao enganarmos a nós próprios estamos a enganar os outros e a criar complicações que vão desiludir os que mais gostamos.

Por isso, não considero que um casamento tenha de ser para a vida; deve antes ser para a felicidade.


Ponto 2:
No entanto, penso que o casamento deve ser encarado como se fosse para sempre; deve ser vivido e lutado com todas as armas, em honra da sua defesa.
Deve haver empenho para construir uma história bonita e devemos envolver-nos nela como sendo única e cuidar, estimar e respeitar aquela pessoa que foi a escolhida.
Como poderíamos começar uma relação já com a ideia de que ela vai acabar? Quando se inicia algo, temos de ser exigentes connosco próprios, criar objectivos e fazer durar o nosso investimento.

Adriana

P.S.: A grande questão do ponto 1 é saber "qual a duração desse tempo"!!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Joy



"By embracing spirit and approaching everything in life with passion and enthusiasm, you can make even the simple and ordinary, memorable and enjoyable."

Resposta ao Octávio

Caro Octávio,

Vê-se bem que não me conheces!!!
Há coisas que não aceito, não pondero, não penso duas vezes, não vacilo.

A Happy Woman deste mês traz um artigo sobre os signos do zodíaco e a respectiva personalidade associada. Para saberes como eu funciono, transcrevo uma parte do texto que caracteriza as Virgens (grupo no qual me incluo):
“Alimenta poucas ilusões relativamente às pessoas. O seu amor é verdadeiro, mas se reconhecer que vive um casamento pouco perfeito não hesitará em cortar os laços. Consegue ser extremamente prática e romântica.”

Sou capaz de fazer TUDO para conquistar, reconquistar, seduzir a pessoa que amo; porém, há limites e o meu chama-se motivação; quando não vejo os meus esforços reconhecidos ou quando mostram-se infrutíferos, mais vale aplicar o meu tempo e energia noutro presente, que poderá revelar-se um óptimo futuro.

Como diz a personagem da Scarlet Johansson no filme do Woody Allen, “não vou assentar enquanto não encontrar o que quero”.


Relativamente ao “ponto 2”, a Happy Woman aconselha a dedicar-me mais aos Touros, Virgens, Capricórnios e Peixes.
Talvez os Touros…

Adriana

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Correndo lado a lado...

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O vídeo dos Xutos não estava muito perceptível...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A Vida Sexual dos outros...



A propósito duma crónica “O Sexo e a Cidália” da Cidália Dias, escrevi um comentário que foi publicado na Notícias Sábado (NS) do dia 7 de Março de 2009. E dizia assim:
“Na crónica ‘Um País a fingir’ revelaste alguns possíveis ‘exemplos’ da vida sexual portuguesa. No entanto, penso que esqueceste uma situação mais frequente do que eu imaginava (ou acreditava): refiro-me aos casais (namorados, casados ou em união) que não têm vida sexual. Ou é por causa do trabalho, ou dos filhos, ou dos horários desfasados, ou do cansaço, ou da monotonia, ou da Playstation… Têm sexo uma vez de 15 em 15 dias para cumprir calendário. São casais modernos, com boas profissões e felizes (???). São tipo os Pais-Natal de chocolate: muito perfeitos por fora, mas ocos por dentro.”


Pelos vistos, não ando muito longe da verdade. Ontem li um artigo da revista Única (25 de Julho de 2009), do qual transcrevo alguns excertos:
“Sara e Jorge são um casal perfeitamente normal. Casados, dois filhos, carreiras de sucesso, boa casa, saudáveis, bonitos – uma vida feliz. Mas este casal, como tantos outros, tem afinal na intimidade um pormenor que os distingue. ‘ Não fazemos amor há mais de seis meses.’ (…) Na verdade, há vários anos que Sara e Jorge se entendem em todos os aspectos menos na cama. ‘Repare, nós damo-nos bem, gostamos um do outro, não estamos zangados ou à beira do divórcio.’ A que se deve esta situação que se arrasta há tanto tempo? Sara dá as respostas convencionais: o trabalho, os filhos, a falta de tempo, o cansaço apagam o desejo. (...) As coisas deterioram-se de tal forma que, nos últimos tempos, só têm relações duas ou três vezes por ano. (…) Nalguns casos, os casais vão mantendo os casamentos por causa dos filhos, dos interesses económicos ou das aparências e procuram no exterior outros parceiros para a actividade sexual.”


Nunca se deve dizer nunca, mas eu afirmo em maiúsculas: NÃO VOU DEIXAR ISTO ACONTECER NA MINHA VIDA.
Adriana


Nota: Psiquiatria começa a ser uma opção... com doutoramento em Sexologia!

Far above the clouds

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domingo, 9 de agosto de 2009

Virgem

Ontem no JN:
"Vida amorosa em fase de mudanças traz momentos de reflexão e avaliação do que se passa no seu coração. Portas abertas para novos amores."


Hoje no JN:
"A sua energia continuará elevadíssima e o seu poder de conquista idem. Caso ainda esteja só, é possível que se cruze com pessoas interessantes."


É para estar atenta?!

sábado, 8 de agosto de 2009

Tensão no pescoço



Ontem ofereci-me mais uma massagem, mais um spa, mais uma "terapia".
O que era habitual?
Sair de lá sem conseguir coordenar os movimentos que me permitissem tomar banho, caminhar, chegar ao carro e conduzir: relaxamamento físico total. A cabeça, apesar de trabalhar a 200% durante a massagem (ela nunca desliga), costuma estar "numa boa", completamente nas tintas para o valor a pagar do parque de estacionamento (ladrões!)... Sempre a sensação de bem-estar, do zen, "no stress", do "tá-se bem"...


Ontem foi diferente. Saí de lá com um feeling diferente: a falta de qualquer coisa.
Pensei que poderia ser do stress acumulado das aulas, dos exames, do trabalho. Mas hoje acho que não. Falta algo, sinto-me incompleta... E lembrei-me de três "motivos" para este sentimento:
1) Nos últimos meses, desleixei as minhas próprias estratégias de relaxamento, de anti-stress, de bem-estar: deitar-me a ouvir música e a ler um bom livro, as auto-massagens aos pés, os passeios à beira-mar ou beira-rio, as idas ao cinema/teatro sozinha;
2) A falta duma pessoa a meu lado, com quem possa partilhar os meus momentos e ouvir os dela, um abraço, um carinho, um afago, um beijo;
3) A falta daquilo que há anos tenho vindo a exigir de mim própria e tenho esquecido: a evolução e desenvolvimento espiritual. Começo a sentir-me perdida... Preciso de agarrar-me a qualquer coisa. Toda a gente me diz para tentar a meditação, mas não me parece adequado à minha pessoa. Até o ioga me faz confusão. Preciso de algo menos comunitário.


Bem, o que eu sei é que hoje começo a investir nos pontos 1 e 3. Quanto ao 2, entrego a vontade aos céus...
;-)
Adriana


P.S.: Fiquei maravilhada (ou estupfacta, como disse Cavaco Silva) como o Hotel Infante Sagres... Milhares de vezes que passei naquela porta sem adivinhar o paraíso que está no interior.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Frases feitas II

“Aprenda a confiar em si mesmo e aprenderá o grande segredo da vida.”
Thomas Alva Edison

Frases feitas I

“Coragem é a resistência ao medo, domínio do medo, e não a ausência do medo.”
Mark Twain

terça-feira, 4 de agosto de 2009