sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Para ti, Luís...



Sabes, Luís, nunca te expliquei a importância que o presente que te ofereci tem para mim.

Eu acompanhei semanal e ansiosamente todos os episódios de "Equador". Não foi só aquele episódio que coloquei neste blog que fez sentido, foi toda a história do Luís Bernardo Valença que me interessou, que me fez pensar.
À medida que ia acompanhando, ia sendo acompanhada pelas músicas daquela banda sonora criada e imaginada pelo Rodrigo Leão. Acabei por ir assistir ao concerto onde ele tocou essas mesmas canções, ainda antes de serem colocadas à venda.

Foi uma noite daquelas. Penso que o meu peito experimentou várias sensações, desde o choro, ao aperto da garganta, ao riso, à satisfação, à felicidade.

Entrei do alto dos meus saltos-agulha, saí a levitar. Entrei esbaforida, sentei-me no primeiro lugar que encontrei, tirei o casaco, olho à minha volta para admirar a plateia esgotada e dou de caras com o António... Ao fim de tantos anos, no meio de tanta gente, os nossos olhares cruzaram-se... Desviei o olhar, pensei naquela coincidência durante cinco segundos e fui salva pelos músicos que começaram a posicionar-se no palco. E depois disto as músicas fizeram o resto... todo o resto.

Fiquei hipnotizada, fisicamente paralisada... à minha volta, ondas de uma energia nunca vivida a entrar em mim. (talvez consigas perceber melhor ao ler o post "Eu..." de Maio)

Saí de lá a apetecer-me dar-te um beijo: se me senti magoada com tudo o que aconteceu, também me senti abençoada por ter sido feliz contigo e por teres contribuído para tal.

Simbolismo???



Não sei bem qual foi o momento em que esta música passou a estar associada a ti, talvez desde o início. Pode parecer uma letra confusa, para mim não é… Acho que foi assim que te encontrei…

“I’ll be here when the ride stops…”

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A razão de existir



"As pessoas que têm pruridos com as palavras são as mesmas que nunca estarão próximas de si mesmas e do amor. A vergonha impede-as de serem felizes." Cidália Dias

É por isto que eu escrevo, bem ou mal, sobre o que sinto, o que penso, o que quero e o que sou.
É a forma mais verdadeira que tenho de conhecer-me e fazer uma auto-biografia para mim mesma.
Não tenho problema (vergonha ou pruridos) em usar as palavras...

Noutros tempos, chamar-se-ia Liberdade de Expressão. Hoje, chama-se Poder e Coragem.

Adriana

sábado, 24 de outubro de 2009

Abrigo da Montanha



Como é que se guardam as sensações? Como é que se memorizam os cheiros, os arrepios, as cores, os sons...?
Conseguimos guardar as imagens, mas dissociadas do respectivo sentimento. Consigo recordar: naquele lugar, naquele dia, aquela pessoa fez-me sorrir e fez-me feliz.
E tudo o resto? Será que não reparei? Ou será que a minha atenção estava focada noutro campo? E será que, quando estamos sozinhos, conseguimos sentir estas sensações com outro significado, com outra lente?

Todos nós gostamos dum quente pôr-do-Sol.
E das nortadas ao fim da tarde?
Expulsam-nos da praia, embaraçam-nos o cabelo, arrefecem-nos as orelhas, enrouquecem a garganta. E porque não gostar do efeito do vento "chato"? É efeito da Natureza. E demos graças por a sentirmos.

Adriana

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Absolute Lovers





Uma das minhas favoritas...

sábado, 10 de outubro de 2009

INTELIGÊNCIA outra vez...



"[Inteligência amorosa] significa, antes de mais, que o amor não basta e que a relação tem de ser pensada. Todos nós a possuímos; no entanto, exploramo-la de forma deficitária. Traduz-se em pensar antes de dizer, saber comunicar, saber aceitar a diferença, saber que é necessário investir, saber partilhar, saber ceder, saber confiar, saber quando não faz sentido continuar, saber partir... Gostar do outro e continuar a gostar, muito, de si, entre muitas outras coisas...

A inteligência emocional é a arte de bem gerir as emoções de forma a atingir os objectivos a que nos propomos. Também deve ser explorada no âmbito da relação, especialmente quando surgem conflitos e se vivenciam momentos de crise."

Margarida Vieitez

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

I've seen that face before...



Isto continua a acontecer na minha vida, continua a fazer sentido, continua a fazer-me sorrir, continua a fazer sentir especial.
Penso numa pessoa que já não vejo há meio ano, sinto "pintinhas" de saudade no coração e passado 5 segundos aparece à minha frente, no local mais improvável.
Há pouco mais de um ano, li a Profecia Celestina e, definitivamente, percebi que sou uma sortuda por conseguir "apanhar", significar e valorizar estes momentos de "acaso", "coincidências" que são tão frequentes na minha vida e que tantas alegrias me têm dado.
E mais: ainda bem que as "coisas não aconteceram como eu pensava que queria.

Adriana